Falam-nos delas como se fossem maiores que 3 continentes, gravam as suas imagens na nossa memória sem nunca as termos visto, pedem-nos admiração sem nunca se dirigirem a nós.
Há, de facto, coisas muito pequeninas que se fazem grandes. Há coisas muito grandes que se fazem pequeninas. E, há coisas...que se fazem coisas.
Tudo depende de um certo ponto de vista, que acabamos por perceber que não é fixo e que vai ser sempre um qualquer que, mais cedo ou mais tarde, se acabará por renovar.
No fundo, é por nós que tudo é o que é. Um vão conhecimento de existência que depende tanto da vontade como do desejo de fazer ser.
Sem comentários:
Enviar um comentário